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#17. Western Australia

A partir de Perth, a capital de Western Australia, planeamos uma travessia de cerca de dois mil quilómetros junto à costa, por ambientes quase sempre desérticos. Mas foi um deserto cheio de vida e de surpresas: para além dos cangurus, a Pikitim deliciou-se com emas e pelicanos, com termiteiras e tubarões, e com os golfinhos que vieram comer à sua mão. E gostou de brincar às escondidinhas do deserto dos Pináculos e ver estromatólitos, as “pedras que respiram”, em Sharks Bay.

 

 

#16. Gili Air, Indonésia

Estavam para ser apenas três dias, mas é tão fácil gostar de Gili Air, uma pequena ilha encravada entre Bali e Lombok, que foi difícil deixá-la dez dias depois. A Pikitim gostou de viver numa cabaninha “com telhado até ao chão”, numa ilha sem alcatrão e onde só há carroças e bicicletas. Ah, e claro, tartarugas, muitas!

#15. Bali, Indonésia

Bali foi a ilha onde escolhemos passar mais tempo durante toda esta viagem. Foi tempo de receber a visita dos avós, de aprender a pintar sarongs e de fazer muitos passeios entre templos e arrozais.

#14. Dia do Silêncio, Ubud, ilha de Bali, Indonésia

Uma vez por ano, na ilha de Bali celebra-se o Nyepi Day – o Dia do Silêncio -, o dia em que todos são obrigados a parar para pensar. No dia anterior, a festa é como este vídeo mostra: os espíritos maus são invocados e os monstros (ogoh-ogoh) saem à rua. Para não voltarem durante um ano inteiro. Foi “espectacular”, resumiu a Pikitim.

 

#13. Bromo, Indonésia

Uma viagem no comboio noturno até Malangue, e um fim de semana partilhado com novos amigos holandeses – a Mette e o Siem -, no meio das ventosas montanhas onde o vulcão Bromo posa imponente para as fotografias. Foi nas vésperas do 5º aniversário da Pikitim, em que as novas tecnologias trouxeram a família e os amigos para bem perto.

 

#12. Borobudur, Indonésia

Há sítios onde nos sentimos bem, sem ser preciso explicar muito porquê. Borobudur, na ilha de Java, é um deles. Tem o maior monumento budista do mundo (e tivemos a sorte de o visitar quando por lá chegavam muitos peregrinos), e está rodeado por arrozais e aldeias cujos habitantes se dedicam a diversas artes, como a cerâmica ou o fabrico de tofu. Deixamos lá amigos – o Latif e a Najwa – e algumas saudades.

 

#11. Yogyakarta, Indonésia

Em Yogyakarta, a primeira cidade da Indonésia em que passou, a Pikitim conheceu algumas tradições antigas – como o batik e as marionetas em couro – e espantou-se com o que era a vida de um sultão. Achou que havia demasiado fumo a incomodar os cavalos que puxam as carroças e adorou aprender a cozinha indonésia numa aula em que o aluno era o pai.

 

#10. Kuala Lumpur, Malásia

Numa cidade gigante como é a capital da Malásia, Kuala Lumpur, há atrações, museus e actividades que chegariam para ocupar muito mais do que a semana que por lá passou. A Pikitim aprendeu muito no centro de ciência da Petrosains, adorou ver os passarinhos do Bird Park e os peixes grandes do Aquário,e gostou muito de passear numa cidade com muitos contrastes.

 

#9. El Nido, ilha Palawan, Filipinas

No topo norte da ilha Palawan, nas Filipinas, fica um “lugar incrível”: a pequena e hospitaleira aldeia de El Nido e uma linda baía e todo o arquipélago de Bacuit. Foram muitos passeios de barco, muitos mergulhos, muitos peixinhos. E um encontro imediato com o Nemo.

 

#8. Manila, Filipinas

Andar de transporte público numa cidade como Manila, capital das Filipinas, pode ser uma emoção. A Pikitim adorou passear de jeepney, quis ir duas vezes ao Museu Pambata e emocionou-se com a história de José Rizal, um escritor filipino. Na ilha de Palawan, comeu peixinho acabado de pescar em Honda Bay, visitou o rio subterrâneo de Puerto Princesa, e fez uma nova grande amiga, a Astrid.

 

#7. Langkawi, Malásia

A Pikitim andou nas nuvens enquanto esteve em Langkawi, na Malásia. Literalmente, enquanto subiu pelo teleférico, um “pé de feijão mágico”, que a levou a um “passeio no céu” e em sentido figurado, porque teve sempre a companhia de uma nova amiga, a Margarida.

 

#6. Koh Muk, Tailândia

Uma ida de caiaque até à Emerald Cave foi um dos pontos altos da estadia em Koh Muk. Isso e a gente boa que dá vida ao bar-centro de mergulho Chillout Divers, na praia Farang, a nossa segunda casa em Koh Muk.

 

#5. Koh Lanta, Tailândia

Uma semana mais caseira no primeiro mês de viagem, numa velha casa de madeira em Lanta Old Town, na ilha tailandesa de Koh Lanta. Para a Pikitim, foi a estreia a viver numa “casinha sabre a água” – e só por isso já teria valido a experiência.

 

#4. Koh Jum, Tailândia

Koh Jum foi a primeira paixão desta viagem. Para a Pikitim, foi ainda o local a partir do qual se estreou a fazer snorkelling. E como adorou ela descobrir as criaturas do mar nadando livremente à sua volta!

 

#3. Railay, Tailândia

Uma casa (quase) na árvore, muitos macacos, grutas e “passagens secretas”, e muito tempo na água, eis a súmula de alguns dias passados em Railay.

 

 

#2. Koh Yao Yai, Tailândia

Koh Yao Yai foi o primeiro destino em terras tailandesas. É uma ilha pacata, a meio caminho entre as movimentadas Phuket e Ao Nang, perto de ambas mas fora das rotas turísticas tradicionais. Para início de viagem, não foi uma má escolha.

 

 

#1. Singapura

Como o prometido é devido, fizemos as nossas primeiras experiências vídeo em Singapura, a primeira paragem da volta ao mundo em família. Os resultados melhorarão com o tempo, mas aqui fica um pequeno registo vídeo com alguns momentos dessa passagem por Singapura.