Sabe quanto custa o seu bilhete de volta ao mundo?

Muitos amigos e desconhecidos me têm dito que gostavam de fazer uma grande viagem à volta do mundo. Dizem-me isso, e logo de seguida, acrescentam que não têm dinheiro para tal. E que nem imaginam quanto custariam os bilhetes de avião.

É quando chegamos a esta parte da conversa, e as pessoas descobrem que é possível comprar um bilhete para aterrar em quatro continentes por pouco mais de mil euros, que muitos ficam surpreendidos.

Pode encontrar aqui mesmo, no blogue da Pikitim, alguma informação sobre os bilhetes de volta ao mundo, ou bilhetes round the world (RTW), como são normalmente designados. Recordo-me que quando começamos a planear na viagem à volta do mundo que fizemos com a Pikitim durante o ano de 2012, percebi que idealizar um rota, definir um trajeto, já era um desafio bem entusiasmante.

Imaginem lá que dinheiro não é problema (sim, eu sei, é preciso uma boa dose de imaginação; mas por enquanto, sonhar ainda não paga impostos) e que têm um mapa mundo à vossa frente. Já pensaram numa questão simples, e primária: saíam de casa, e viravam à esquerda ou à direita? Começavam por onde? Veem?Já aqui está um desafio!

Eu fui fazendo e refazendo a nossa rota várias vezes, até encontrarmos uma que nos servisse – e que conseguíssemos pagar.

Entretanto o portal de viagens Boots’n'All desenvolveu o Indie, um sistema que permite pesquisar bilhetes de avião com paragens múltiplas, em todos os pontos do globo. E que tem a vantagem de nos dar uma ideia imediata de quanto custaria esse desejado bilhete de avião.

Pode, por isso, começar a planear essa viagem. Nem que, para já, seja uma viagem apenas de mentirinha. É só somar e subtrair países como quem acrescenta ou diminuiu grãos de feijão à panela de sopa. Até porque é Carnaval, ninguém leva a mal!

 

About Luísa Pinto

Deixei o emprego com que sonhara (fui jornalista do Público na redacção do Porto durante 14 anos) para realizar um outro sonho que falou mais alto que qualquer carreira profissional: o sonho de viajar pelo mundo em família. Foi durante o ano de 2012. Agora estou a pensar nas próximas viagens - sendo certo que a maternidade é a viagem que nunca acaba, aquela que é a mais definitiva e mais intensa.

Comments

  1. Luísa, adorei este post e concordo 100% que “sonhar não custa nada” como diz uma música que muitos cantam aqui no Brasil. Amei ver o itinerário de vocês… nem imaginava que haviam tantos lugares exóticos no roteiro. Muito bacana, muito inspirador!

    • É isso aí, Adriana. Sonhar não custa. E já vamos viajando, só sonhando com isso, não é mesmo? (mas não há nada como ir ver e cheirar, sentir, saborear… e o mundo é tão grande!

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