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  • FUGAS #4: “Pai, não é maravilhoso?”

    Foi a estreia com uma máscara de snorkelling rodeada de peixes coloridos o ponto alto de uma semana passada numa ilha absolutamente deslumbrante, como todas as ilhas da Tailândia deveriam ser: turísticas, é certo, mas sem os exageros de outras paragens. E assim, a simplicidade, beleza e bom senso de Koh Jum conquistaram o nosso coração, e ainda tiveram o bónus de encontrar velhos amigos viajantes.

  • A ilha das borboletas

    Há lugares de onde custa sair. E Koh Muk (ou Koh Mook) é um deles. Tranquila, bonita, com gente acolhedora e muito boa onda, a ilha de Koh Muk é um desses lugares. Pequena, com apenas três praias e outros tantos resorts de expressiva dimensão, a ilha tem muitos refúgios de tranquilidade e qualquer coisa de especial. Para a Pikitim, tornou-se a “ilha das borboletas” e do amigo Lincoln.

  • Uma semana a viver sobre a água

    Dizem que em toda a ilha de Lanta, na Tailândia, é assim: as marés são expressivas, ganham amplitudes de notável extensão, mais em comprimento do que em profundidade. Duas vezes por dia, ao sabor da terra e da lua. Foi em Lanta Old Town, na semana em que viveu numa casa sobre a água, que a Pikitim começou a falar das marés com admirável naturalidade.

  • FUGAS #3: Descobrir o mundo, viver aventuras

    Viajando pelo sul da Tailândia, entre a deserta Koh Yao Yai e a populosa Railay, a Pikitim vai somando mergulhos em águas translúcidas enquanto entra no ritmo de uma vida em movimento e convive com a diferença e a diversidade que a rodeiam. As sementes da tolerância e solidariedade começaram já a germinar.

  • Um mês na estrada

    Já passou um mês, 30 dias consecutivos na estrada, a viajar juntos, a dormir juntos, a comer, a brincar e a aprender, sempre juntos. Houve surpresas (já lhe caiu um dente de leite, e nós achávamos que tal só aconteceria lá para os seis anos), houve algumas angústias inesperadas (sobretudo quando ficou doente, e uma estomatite a impediu de comer durante mais de três dias), mas sobretudo tem havido partilha e felicidade, muita felicidade, pelas descobertas que vamos fazemos em conjunto. Se está a ser como o esperado? Está a ser melhor ainda.

  • Nadar com peixinhos

    Ver peixinhos coloridos era um dos desejos que a Pikitim trazia para esta viagem. Não foi preciso esperar muito. A partir de Koh Jum, fizemos um passeio de barco ao parque natural das Phi Phi, e a máscara de snorkelling foi pela primeira vez utilizada – o tubo fica para outra oportunidade. Mas não será só por isso que a maravilhosa ilha de Jum fica na memória da família; há muitas outras razões e, para a Pikitim, sobretudo esta: foi onde perdeu o primeiro dente de leite.

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