Foi a estreia com uma máscara de snorkelling rodeada de peixes coloridos o ponto alto de uma semana passada numa ilha absolutamente deslumbrante, como todas as ilhas da Tailândia deveriam ser: turísticas, é certo, mas sem os exageros de outras paragens. E assim, a simplicidade, beleza e bom senso de Koh Jum conquistaram o nosso coração, e ainda tiveram o bónus de encontrar velhos amigos viajantes.
Há lugares de onde custa sair. E Koh Muk (ou Koh Mook) é um deles. Tranquila, bonita, com gente acolhedora e muito boa onda, a ilha de Koh Muk é um desses lugares. Pequena, com apenas três praias e outros tantos resorts de expressiva dimensão, a ilha tem muitos refúgios de tranquilidade e qualquer coisa de especial. Para a Pikitim, tornou-se a “ilha das borboletas” e do amigo Lincoln.
Dizem que em toda a ilha de Lanta, na Tailândia, é assim: as marés são expressivas, ganham amplitudes de notável extensão, mais em comprimento do que em profundidade. Duas vezes por dia, ao sabor da terra e da lua. Foi em Lanta Old Town, na semana em que viveu numa casa sobre a água, que a Pikitim começou a falar das marés com admirável naturalidade.
Viajando pelo sul da Tailândia, entre a deserta Koh Yao Yai e a populosa Railay, a Pikitim vai somando mergulhos em águas translúcidas enquanto entra no ritmo de uma vida em movimento e convive com a diferença e a diversidade que a rodeiam. As sementes da tolerância e solidariedade começaram já a germinar.
Já passou um mês, 30 dias consecutivos na estrada, a viajar juntos, a dormir juntos, a comer, a brincar e a aprender, sempre juntos. Houve surpresas (já lhe caiu um dente de leite, e nós achávamos que tal só aconteceria lá para os seis anos), houve algumas angústias inesperadas (sobretudo quando ficou doente, e uma estomatite a impediu de comer durante mais de três dias), mas sobretudo tem havido partilha e felicidade, muita felicidade, pelas descobertas que vamos fazemos em conjunto. Se está a ser como o esperado? Está a ser melhor ainda.
Ver peixinhos coloridos era um dos desejos que a Pikitim trazia para esta viagem. Não foi preciso esperar muito. A partir de Koh Jum, fizemos um passeio de barco ao parque natural das Phi Phi, e a máscara de snorkelling foi pela primeira vez utilizada – o tubo fica para outra oportunidade. Mas não será só por isso que a maravilhosa ilha de Jum fica na memória da família; há muitas outras razões e, para a Pikitim, sobretudo esta: foi onde perdeu o primeiro dente de leite.
Há lugares de onde custa sair. E Koh Muk (ou Koh Mook) é um deles. Tranquila, bonita, com gente acolhedora e muito boa onda, a ilha de Koh Muk é um desses lugares. Pequena, com apenas três praias e outros tantos resorts de expressiva dimensão, a ilha tem muitos refúgios de tranquilidade e qualquer coisa de especial. Para a Pikitim, tornou-se a “ilha das borboletas” e do amigo Lincoln.
Dizem que em toda a ilha de Lanta, na Tailândia, é assim: as marés são expressivas, ganham amplitudes de notável extensão, mais em comprimento do que em profundidade. Duas vezes por dia, ao sabor da terra e da lua. Foi em Lanta Old Town, na semana em que viveu numa casa sobre a água, que a Pikitim começou a falar das marés com admirável naturalidade.
Já passou um mês, 30 dias consecutivos na estrada, a viajar juntos, a dormir juntos, a comer, a brincar e a aprender, sempre juntos. Houve surpresas (já lhe caiu um dente de leite, e nós achávamos que tal só aconteceria lá para os seis anos), houve algumas angústias inesperadas (sobretudo quando ficou doente, e uma estomatite a impediu de comer durante mais de três dias), mas sobretudo tem havido partilha e felicidade, muita felicidade, pelas descobertas que vamos fazemos em conjunto. Se está a ser como o esperado? Está a ser melhor ainda.
Ver peixinhos coloridos era um dos desejos que a Pikitim trazia para esta viagem. Não foi preciso esperar muito. A partir de Koh Jum, fizemos um passeio de barco ao parque natural das Phi Phi, e a máscara de snorkelling foi pela primeira vez utilizada – o tubo fica para outra oportunidade. Mas não será só por isso que a maravilhosa ilha de Jum fica na memória da família; há muitas outras razões e, para a Pikitim, sobretudo esta: foi onde perdeu o primeiro dente de leite.
As questões relacionadas com a saúde são, naturalmente, das que mais preocupam os pais. Pedimos ao Dr. Eduardo Gonçalves, pediatra da Pikitim desde a primeira hora, um testemunho com informações práticas que pudesse ajudar os pais que viajam com crianças na hora de decidir as precauções, vacinas e medicamentos a levar em viagem. Um excelente contributo, em jeito de serviço público, que aqui partilhamos.
Artur Pegas há muito que viaja com as suas duas filhas, Pilar e Cármen, incluindo em países como Marrocos, o Egito ou a Índia, e diz que viajar com crianças traz recompensas enormes e múltiplas alegrias. Pedimos-lhe um testemunho sobre essa experiência familiar.
Se pensa que não é possível, tem dúvidas se viajar com crianças é sonho ou loucura, ou anda simplesmente à procura de inspiração, saiba que há várias famílias que, nos últimos tempos, têm partilhado as viagens com as suas crianças em blogues espalhados pelo ciberespaço. Locais de inspiração para quem pretende viajar em família.
Vale a pena comprar um bilhete Volta ao Mundo? Não é muito caro? Posso alterar as datas dos voos a meio da viagem? E se mudar de planos? Este artigo tenta esclarecer dúvidas frequentes e ajudar no processo de decisão sobre a compra – ou não – de bilhetes Volta ao Mundo.
Viajar não tem de ser caro. Muito pelo contrário, pode até ser muito barato. Há lugares onde um euro dá para almoçar e ainda sobra, e mesmo para dormir confortável não é preciso ser rico em boa parte do mundo. No fundo, é apenas preciso ponderação e bom senso. E alguma experiência. Aqui ficam quinze dicas para sair de casa e viajar mais barato.
Os viajantes novatos levam quase sempre mais bagagem do que os experientes. Porque vamos aprendendo com a experiência. Com as viagens. Com as coisas que se revelam inúteis na estrada. Quem nunca enviou por correio, a meio de uma longa viagem, uma caixa com pertences que se vieram a revelar totalmente dispensáveis? Eis algumas dicas para queimar etapas e diminuir o peso da mochila.
Foi a estreia com uma máscara de snorkelling rodeada de peixes coloridos o ponto alto de uma semana passada numa ilha absolutamente deslumbrante, como todas as ilhas da Tailândia deveriam ser: turísticas, é certo, mas sem os exageros de outras paragens. E assim, a simplicidade, beleza e bom senso de Koh Jum conquistaram o nosso coração, e ainda tiveram o bónus de encontrar velhos amigos viajantes.
Viajando pelo sul da Tailândia, entre a deserta Koh Yao Yai e a populosa Railay, a Pikitim vai somando mergulhos em águas translúcidas enquanto entra no ritmo de uma vida em movimento e convive com a diferença e a diversidade que a rodeiam. As sementes da tolerância e solidariedade começaram já a germinar.
O olhar de uma criança é mágico, criativo, surpreendente. Tem o poder de ver numa nuvem um castelo de fadas, em duas fileiras de palmeiras um bosque encantado e até num edifício contemporâneo ver um “ovo gigante partido”. São da Pikitim essas palavras – as mais deliciosas com que poderíamos classificar o Museu das Artes e Ciências de Singapura. E nem os pinguins, jaguares, leões, zebras ou esquilos do esplendoroso Jardim Zoológico singapurense mereceram mais elogios.
Chegou a hora da partida para a viagem à volta do mundo da família Pikitim – pai, mãe e uma criança quase a fazer cinco anos -, buscando experiências educativas, projectos de turismo sustentável e… felicidade. Durante um ano, da Tailândia às Filipinas, de Samoa a Vanuatu, da Nova Zelândia ao Canadá, das Fiji às ilhas Cook, da Indonésia à Costa Rica, não faltarão encontros com golfinhos e tartarugas, dormidas em casas nas árvores, na água ou com rodas, brincadeiras com miúdos dos quatro cantos do mundo e sensibilização para as questões da preservação ambiental. Uma inspiradora viagem em família contada na primeira pessoa por Luísa Pinto e Filipe Morato Gomes, que a FUGAS começa hoje a acompanhar.

Diário da Pikitim. Blog sobre viagens em família, integrado em Alma de Viajante - jornalismo de viagens.
© 2011 Diário da Pikitim - volta ao mundo em família. Todos os direitos reservados. Política de privacidade. Textos escritos ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.


